terça-feira, 12 de maio de 2009

Teoria: Calendário maia com Nostradamus, Bíblia e até o I Ching para prever o Apocalipse



No dia 21 de dezembro de 2012, um raro alinhamento do Sol com o centro da Via-Láctea dará início a uma série de eventos desastrosos. São esperados terremotos, dilúvios, pragas e distúrbios eletromagnéticos que culminarão com o fim dos tempos. Não há como ignorar os sinais de que o fim se aproxima: crise econômica mundial, gripe suína, aquecimento global, alterações no ciclo solar, guerras e desigualdade. A tese catastrofista se espalha e avoluma, incendiada pela internet, e há quem acredite piamente que até 2012 o mundo irá, mas de lá não passará. Até Hollywood embarcou na onda e lança uma produção milionária em novembro explorando o tema.
A origem distinta para previsões coincidentes seria a prova cabal para o fim trágico da humanidade. O rol de tragédias identificadas com a data está descrito em profecias das mais variadas culturas: oráculos romanos e gregos, o calendário maia, textos de Nostradamus, a Bíblia, o I Ching e até um programa de computador que filtra a internet atrás de tendências de comportamento.
É assim, misturando realidade com ficção e ciência com religião, que se criou a mais nova profecia para o fim do planeta. Mas o que há de real nessa confusão de história, astronomia, astrologia e religião? “Muito pouco”, diz o professor de física da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Walmir Thomazi Cardoso. Segundo ele, o argumento que serve de base para boa parte das profecias - o alinhamento do Sol com o centro da Via-Láctea em 21 de dezembro de 2012 - é fraco. Esse fenômeno vai, de fato, acontecer, mas será mais um entre tantos outros. Para nós, humanos, ele poderá parecer inédito, porque acontece uma vez a cada 26 mil anos, mas, para o planeta Terra, que tem 4,5 bilhões de anos, já aconteceu pelo menos 173 mil vezes. “Se alguém espera que as tragédias descritas pelas profecias se concretizem por desequilíbrios astrais, está perdendo tempo”, explica Cardoso.
Fonte: IstoÉ

quarta-feira, 22 de abril de 2009

“O amor de uma mãe não contempla o impossível” (Paddock)



Por Ismênia Noleto

Entra ano, sai ano e a história se repete nessa data. Propagandas belíssimas ilustrando o valor das mães, idas ao shopping e centros comerciais à procura do presente ideal e variedades de presentes para agradar das mais tradicionais às mais excêntricas mamães, refeições deliciosas... Realmente não faltam nessa data comemorações às nossas queridas mamães. Mas alguém já teve a curiosidade de saber a origem dessa data tão especial? Vou matar um pouquinho de sua curiosidade.
O Dia das Mães, celebrado em quase todo o mundo, tem a sua origem no princípio do século XX. Uma jovem americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com o estado depressivo da jovem, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória da mãe de Annie e assim fizeram uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas e dentro de pouco tempo, a comemoração e conseqüentemente o Dia das Mães se alastrou por todo Estados Unidos. Em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
Ser mãe, segundo a Bíblia é uma tarefa muito importante. Deus escolheu muitas mulheres para essa missão, mas as mães devem se conscientizar seriamente de tal responsabilidade. Em Isaías 49:15 a Bíblia diz: “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?” As mães têm um papel único e crucial nas vidas de seus filhos. O amor, cuidado, educação e encorajamento que uma mãe dá, nunca devem se extinguir.
Dia das mães no mundo
2º domingo de maio – Estados Unidos, Brasil, Dinamarca, Finlândia, Japão, Turquia, Itália, Austrália e Bélgica
2º domingo de fevereiro – Noruega
2º domingo de outubro – Argentina
2º dia da primavera – Líbano
1º domingo de maio - Portugal
10 de maio – México
8 de dezembro – Espanha
Último domingo de maio – Suécia
4º domingo da Quaresma – Inglaterra

Casar ainda é a melhor escolha!


Apesar da modernidade dos tempos atuais, dados do IBGE apontam que a maioria dos casais prefere casar-se

Por Ismênia Noleto


O buffet já está preparado, a Igreja toda decorada, o bolo, os doces e salgadinhos encomendados, os convidados já esperam ansiosos na Igreja, o noivo vestido de forma impecável à espera da noiva e eis que de repente ao toque da marcha nupcial, entra a noiva... Triunfal! Todos os olhares se voltam para aquela figura esplendorosa de vestido branco, véu, grinalda e um belo buquê na mão. No coração, a satisfação de ver concretizado um sonho de criança...
Para algumas mulheres, esse é “o dia mais feliz de sua vida” e para isso se esmeram em preparar tudo com a maior riqueza dos detalhes. Para outras, o melhor casamento é um bom emprego e dinheiro no bolso e para outras mais “moderninhas”, a moda agora é juntar as escovas de dente sem papel passado.
Dados divulgados pelo IBGE mostram que a maioria dos casais ainda prefere subir ao altar com papel passado e tudo. Os cartórios registraram quase 890 mil contratos de união formal em 2006. Divórcios, cerca de 162 mil. Os números são recorde se comparados aos dos últimos dez anos. Em relação a 2005, o aumento foi, respectivamente, de 6,5% e 7,7%.
E por que o mês de maio é considerado o mês das noivas? De acordo com pesquisadores, esse mês foi instituído por influência da Igreja Católica, pelo fato de Maio ser o mês da consagração de Maria, mãe de Jesus Cristo, e também pelo dia das mães ser comemorado no mesmo mês.
A cerimônia tradicional do casamento se firmou entre os anos de 1534 e 1539, tornando-se a partir dessa um ato público, onde inúmeras pessoas eram convidadas para a celebração, sempre com a presença de um representante da igreja para presidir a cerimônia. No Brasil cerca de 800 mil pessoas se casam por ano. O mês de maio, em número de casamentos, fica atrás somente de setembro e dezembro.
O casamento segundo a Bíblia: Segundo a Bíblia, "...deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne." (Gênesis 2:24). O casamento foi instituído por Deus e isso é claro em diversas passagens bíblicas. Além disso, a "palavra "noivo" se refere a Jesus e a palavra "noiva" significa "igreja", mostrando que os textos sagrados consideram a união conjugal algo tão importante que pode ser comparado à relação de Cristo (o Cordeiro) com sua igreja. Essa união é tão intensa que mereceu diversas alusões nos cânticos de Salomão, nas profecias de Isaías, nas parábolas de Cristo e até no Apocalipse. Isso explica o porquê da a bíblia ser parte da cerimônia de alguns casamentos e tem uma posição de destaque no altar onde os noivos fazem seus votos, simbolizando ali a presença e o poder da Palavra de Deus.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Dia 8 de Março: Dia Internacional da Mulher


As mulheres que fizeram a diferença na Bíblia e na história do mundo

Domésticas, vendedoras, donas-de-casa, secretárias, médicas, advogadas, jornalistas, empresárias, professoras, enfim, cada uma com seu papel específico e seu grau de importância. As mulheres ganharam e ganham a cada dia mais espaço na sociedade e surpreendem o mercado de trabalho com sua garra, competência e força. Essas são qualidades natas das mulheres que vêm se destacando até mesmo em funções consideradas masculinas. Hoje, há mulheres que são motoristas de ônibus, cobradoras, mecânicas e por aí vai.
A necessidade de mudar a sua história por conta de uma sociedade repressora obrigou as mulheres a lutarem pelos seus direitos. No dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com violência. As manifestantes foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada e aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas.
Depois desse trágico incidente, apenas em 1910, durante uma conferência na Dinamarca, decidiu-se que o dia 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).
No dia 8 de março, a intenção não é apenas comemorar. Isso porque na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões com o objetivo de discutir o papel da mulher na sociedade atual com a intenção de tentar diminuir o preconceito e a desvalorização da mulher. Apesar de todos os avanços, as mulheres ainda sofrem em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Mesmo com as grandes conquistas, sabe-se que ainda há um longo caminho a percorrer.
Há 76 anos, as mulheres brasileiras conquistaram o direito de votar nas eleições nacionais obtidos por meio do Código Eleitoral Provisório, de 24 de fevereiro de 1932. Apesar das lutas e reivindicações, houve alguns empecilhos para a concretização dessa conquista. O código permitia apenas que mulheres casadas (com autorização do marido), viúvas e solteiras com renda própria pudessem votar. As restrições ao exercício do voto feminino só foram eliminadas no Código Eleitoral de 1934. No entanto, o código não tornava obrigatório o voto feminino, que só passou a ser obrigatório em 1946.
O direito ao voto feminino começou pelo Rio Grande do Norte. Em 1927, o Estado se tornou o primeiro do país a permitir que as mulheres votassem nas eleições. A conquista regional desse direito beneficiou a luta feminina da expansão do “voto de saias” para todo o país.
A MULHER SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS:
A mulher foi criada de uma forma especial. Adão mergulhou num profundo sono e uma costela foi retirada de seu lado, e dela foi feita uma mulher que lhe foi apresentada como auxiliadora. O Senhor colocou grandes diferenças na constituição física, mental e emocional do homem e da mulher. Ele os criou para serem distintos, mesmo que se complementem. A estatura, força e capacidade de raciocinar, que no homem são mais evidentes, contrastam com a graça, gentileza e agilidade mental naturais à mulher.
Com relação ao fato de que a mulher "provém do varão", demonstra a sua igualdade. Sendo assim, ela não é inferior, mas igual. Homem e mulher são iguais, mas o homem é a cabeça. Em 1 Co 11:8,9,11,12 a Bíblia fala que "Porque o varão não provém da mulher, mas a mulher do varão. Porque também o varão não foi criado por causa da mulher, mas a mulher por causa do varão... Todavia, nem o varão é sem a mulher, nem a mulher sem o varão, no Senhor. Porque, como a mulher provém do varão, assim também o varão provém da mulher, mas tudo vem de Deus".
A mulher deve submeter-se ao seu marido?
Em Efésios 5: 23, "o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja". A mulher deve submeter-se ao seu marido, e submissão ao contrário do que muitos pensam não é humilhação, sequer escravidão. É respeito, obediência e amor à palavra de Deus e ao seu cônjuge. “Assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos." (Ef. 5: 24-b). Da mesma forma, os maridos devem amar suas esposas "como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela" (Ef 5:25).
Mulheres da Bíblia:
SARA - esposa de Abraão, o pai da raça hebraica. Foi mãe aos 90 anos. Sara deu a Abraão licença para ele gerar na escrava egípcia Agar um filho, que se chamou Ismael. Depois nasceu Isaque, o herdeiro legítimo de Abraão, que seria o pai de Jacó, do qual nasceriam as doze tribos de Israel, formando depois a maior nação daquele tempo em matéria de prestígio e riqueza, sob o reinado de Salomão.
REBECA - Prima e esposa de Isaque. Deu à luz os gêmeos Esaú e Jacó. Esaú era o primogênito, mas como Deus havia separado Jacó desde o ventre materno para ser o patriarca, Esaú vendeu-lhe o direito de primogenitura por um prato de lentilhas e nunca mais conseguiu recuperá-lo.
ANA - Mulher de Elcana e mãe do profeta Samuel. Era estéril e sofria muito porque ser estéril no contexto social do seu tempo era terrível. Um dia em oração, Ana pediu a Deus, que lhe desse um filho, que ela iria consagrá-lo ao seu serviço. Deus ouviu a oração e deu-lhe Samuel, que foi criado junto ao sacerdote Eli. Além de Samuel, Ana teve outros filhos e viveu feliz e realizada ao lado do marido e dos filhos (1 Samuel 1-2)
A SUNAMITA - Residia em Sunen, e pediu ao marido que construísse um quarto a mais na casa para hospedar o “homem de Deus”, como chamavam o profeta Eliseu. Ganhou miraculosamente um filho, pois também era estéril, como Ana, mãe de Samuel. Certo dia, quando o menino estava com o pai no roçado, teve um ataque de insolação e morreu. Ela ficou desesperada, mandou chamar o profeta, ele se estendeu sobre o menino e o ressuscitou, devolvendo-o são e salvo à amorosa mãe.
ESTER - A Rainha que salvou o povo hebreu da destruição. Era ousada e corajosa, além de bela e inteligente. Criada pelo parente Mardoqueu, Ester casou-se com o Rei Assuero, substituindo a Rainha Vasti, que havia sido repudiada como esposa rebelde. Um dia o Primeiro Ministro do Rei, chamado Hamã, quis liquidar Mardoqueu e o povo hebreu. Mardoqueu pediu a ajuda de Ester, que se apresentou ao rei, sem ser convidada, algo que naquele tempo poderia significar a morte. O resultado disso é que a forca edificada para Mardoqueu acabou sendo usada para enforcar Hamã e assim ele caiu em sua própria cova, como Davi escreve no Salmo 7:15, referindo-se ao ímpio.
RUTH - Nora de Abimeleque, homem pobre que havia emigrado de sua terra para Moabe, onde seus dois filhos se casaram com mulheres moabitas. Anos depois morreram os homens da família e ficaram viúvas as três mulheres: Noemi, Ruth e Orfa. Noemi resolveu regressar à sua pátria. Ruth, porém, quis acompanhá-la e, lá chegando, foi trabalhar na roça do rico parente Boaz, catando grãos. Como era honesta, trabalhadora e agradecida, Boaz distinguiu-a no meio das outras mulheres, resgatou a dívida de sua sogra e casou com ela, daí nascendo Obede, que seria o pai de Jessé e avô de Davi.
ANA - A Bíblia fala de uma mulher que estava viúva há cerca de 60 anos e já contava 84 anos. Ana viveu sozinha durante muitas décadas, quando ser viúva era uma coisa terrível, pois não havia pensão e se dependia apenas da caridade da família. Seu coração foi mais forte que o de muitas mulheres. Por isso teve a maior de todas as compensações que foi contemplar o rosto daquele que um dia seria massacrado por amor dela e de todos nós (Lucas 2:36-38).
MARIA DE BETÂNIA - Era uma apaixonada pela Palavra de Deus. Quando Jesus estava hospedado em sua casa, enquanto sua irmã Marta cuidava do jantar, ela se colocou aos pés de Jesus para ouvi-lo. A irmã reclamou, mas Jesus defendeu Maria com estas palavras: “Marta, Marta, andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário e mesmo uma só coisa; Maria, pois escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada” (Lucas 38-42).
A SAMARITANA- Era uma mulher perdida, que já havia tido cinco maridos. Agora tinha um ou alguns amantes e Jesus sabendo disso, resolveu se tornar seu amigo, algo raro naquela época. Jesus dirigiu-se à mulher pedindo água e iniciou com ela um diálogo que terminou na conversão não apenas dela, mas de muitos samaritanos (João 4).
DORCAS - a costureira caridosa. Possuía dois nomes: Dorcas e Tabita. Dorcas morreu e as viúvas da cidadezinha rodeavam-na chorando porque ela sempre lhes costurava os vestidos de graça. Dorcas gostava sempre de dar, sem nada receber. Jesus disse: “Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber”. (Atos 20:35) e Dorcas foi uma bem-aventurada, que o apóstolo Pedro, chamado às pressas da vizinha cidade de Lida, veio e ressuscitou para a alegria de suas amigas (Atos 9:36-41).
RAABE - A meretriz. Por ter colaborado com os espiões israelitas em Jericó, foi salva, com toda a família, na destruição da cidade e de todos os seus habitantes. Mais tarde casou-se com Salmon, que seria o pai de Boaz, marido de Ruth, avô de Jessé e bisavô de Davi, o grande rei de Israel. Ela é citada no Novo Testamento (Tiago 2:25 e Hebreus 11:31), como tendo sido justificada diante de Deus pela sua fé.
MARIA (MÃE DE JESUS)- A Bíblia relata que no sexto mês após a concepção de João Batista foi enviado o anjo Gabriel a Nazaré, cidade ou aldeia da Galiléia, a uma virgem chamada Maria, que ali morava, desposada com um carpinteiro de nome José, Lc 1.26,27, reconhecido como descendente de Davi. Com reverência e cheia de confiança ia cumprindo o seu dever, educando o menino Jesus para o serviço de Deus, o que ela realmente fez enquanto ele esteve debaixo de sua autoridade.
Mulheres que fizeram a história no mundo:
-Cleópatra VII, rainha: Cleópatra Filopator Nea Thea (69-30 a.C.) herdou de seu pai o trono de Egito. Seus romances com Julio César e Marco Antonio converteram-na numa das soberanas com mais poder da antiguidade.
-Anita Garibaldi, revolucionária: Ana Maria de Jesus Ribeiro (1821-1849) foi a companheira do revolucionário Giuseppe Garibaldi, sendo conhecida como a "Heroína dos Dois Mundos". Ela é considerada, até hoje, uma das mulheres mais fortes e corajosas da sua época.
-Maria Curie, cientista: Maria Sklodowska (1867-1934) tomou o sobrenome de seu marido, Pierre Curie. Por sua nação de origem, Polônia, deu nome a um elemento químico. Pioneira no estudo da radioatividade obteve dois prêmios Nobel.
-Virginia Woolf, escritora: Pela moradia londrina de Bloomsbury desta novelista (1882-1941) passaram autores como J. M. Keynes e E. M. Foster. Suicidou-se se afogando por medo de uma incipiente loucura.
-Indira Gandhi, política: Filha de Jawaharlal Nehru, o primeiro premiê da Índia, foi Primeira Ministra de seu país em duas ocasiões até seu assassinato em outubro de 1934. Estrategista e pensadora política.
-Evita Peron, política: Marcada por uma infância no campo e filha não reconhecida, Eva (1919-1952) trabalhou como atriz, modelo e locutora e se casou com o presidente argentino Peron. Lutou pelos direitos dos trabalhadores e da mulher.
-Benazir Bhutto, política: Líder do Partido Popular de Paquistão (1953-2007), foi a primeira mulher que ocupou o cargo de premiê de um país muçulmano. Dirigiu o Paquistão em duas ocasiões. Foi assassinada em plena campanha política.
-Diana de Gales, princesa: Conhecida como a princesa do povo (1961-1997) por sua atitude solidária com os mais desfavorecidos, esteve casada com o príncipe Charles, com quem teve os príncipes William e Harry. Morreu ao lado do namorado em um acidente de trânsito quando fugia da perseguição de paparazzis.
*Conquistas das mulheres ao longo da história:
1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
1840 - Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.
1859 - surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
1862 - durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
1865 - na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.
1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas.
1869 - É criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres
1870 - Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.
1874 - Criada no Japão a primeira escola normal para moças
1878 - Criada na Rússia uma Universidade Feminina
1901 - O deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres
1900-07 - Avança o movimento das sufragistas pelo voto feminino nos EUA e na Inglaterra.
1907 - Em Stuttgart (Alemanha) é realizada a 1ª Conferência da Internacional Socialista. Uma das principais resoluções: “Todos os partidos socialistas do mundo devem lutar pelo sufrágio feminino.”
1908 - Em Chicago (EUA), no dia 3 de maio, é celebrado, pela primeira vez, o Woman´s Day. A convocação é feita pela Federação Autônoma de Mulheres.
1909 - Novamente em Chicago, mas com nova data, último domingo de fevereiro, é realizado o Woman´s Day. O Partido Socialista Americano toma a frente.
1910 - A terceira edição do Woman´s Day é realizada em Chicago e Nova Iorque, chamada pelo Partido Socialista, no último domingo de fevereiro.
1911 - Durante greve de tecelãs e tecelões, em Nova Iorque, morrem 129 grevistas por causa de um incêndio devido a péssimas condições de segurança. Na Alemanha o Dia da Mulher é comemorado em 19 de março. Nos Estados Unidos em 26 de fevereiro e na Suécia, em 1º de Maio.
1913 - Na Rússia é comemorado, pela primeira vez, o Dia da Mulher em 3 de março.
1914 - Pela primeira vez, a Secretaria Internacional da Mulher Socialista indica uma data única para a comemoração do Dia da Mulher: 8 de março.
1917 - No dia 8 de Março de 1917 (27 de fevereiro no calendário russo) estoura uma greve de tecelãs de São Petersburgo, que gera uma grande manifestação e dá início à Revolução Russa.
1921 - A Conferência das Mulheres Comunistas aprova a comemoração do Dia Internacional da Mulher e decreta que, a partir de 1922, será celebrado oficialmente em 8 de março.
1955 - Dia 5/3, L´Humanité, jornal do PCF, fala pela primeira vez da greve de 1857, em Nova Iorque. Não fala da morte das 129 queimadas vivas.
1966 - A Federação das Mulheres Comunistas da Alemanha Oriental retoma o Dia Internacional das Mulheres e, pela primeira vez, conta a versão das 129 mulheres queimadas vivas.
1975 - A ONU decreta 75-85, a Década da Mulher.
1977 - A Unesco encampa a data 8 de Março como Dia da Mulher e repete a versão das 129 mulheres queimadas vivas.
*No Brasil:
1945 - O Partido Comunista (PCB) cria a União Feminina contra a carestia.
1947 - O 8 de Março é comemorado pela primeira vez no Brasil
1948 - Com o PCB na ilegalidade, a passeata do 8 de Março é proibida no Rio.
1950 - Em 8 de Março, a Federação das Mulheres do Brasil retoma a comemoração do Dia Internacional da Mulher.
1983 - Ano de fundação da CUT, com a central sindical, as comemorações do 8 de março ganham nova dinâmica e passam a refletir a nova relação da mulher com o mundo do trabalho.


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

If I Were a Boy (tradução)


Beyoncé
Composição: Britney Carlson / Toby Gad / Beyonce Knowles
Se Eu Fosse Um Garoto

Se eu fosse um garoto

Mesmo só por um dia

Eu sairia da cama de manhã

E iria para onde eu quisesse ir

Beberia cerveja com os rapazes

E paqueraria as garotas

Eu faria isso com quem eu quisesse

E eu nunca seria confrontado por isso

Porque ela ficaria presa á mim

Se eu fosse um garoto

Eu acho que conseguiria entender

Como é amar uma garota

Eu juro que seria um homem melhor

Eu a escutaria

Porque eu sei como dói

Quando você perde o que queria

Porque ele não te dá valor

Tudo que você tinha é destruído

Se eu fosse um garoto

Desligaria o meu telefone

Diria a todos que ele está quebrado

Então eles pensariam que eu estaria dormindo sozinho

Eu me colocaria em primeiro lugar

E faria as regras para seguir

Porque sei que ela seria fiel

Esperando que eu volte para casa

Que eu volte para casa

É um pouco tarde para você voltar

Dizer que é só um erro

Pensar que eu perdoaria você assim

Se você pensou que eu esperaria por você

Você pensou errado

Mas você é só um garoto

Você não entende

É você não entende

Como é amar uma garota

Você deseja ser um homem melhor

Você não a escuta

Você não se importa como dói

Até perder a única que queria

Porque você acha que ela está garantida

E tudo que vocês tinham foi destruído

Mas você é só um garoto

Carnaval, a festa do Diabo











Por Ismênia Noleto
Créditos das fotos: Kleidiane Nogueira


O carnaval chegou ao Brasil em meados do século XVII, sendo influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Na França, o carnaval acontecia em forma de desfiles urbanos, ou seja, os carnavalescos usavam máscaras e fantasias.
Embora de origem européia, alguns personagens como o Rei momo, o pierrô e a colombiana entre outros foram incorporados ao carnaval brasileiro. Os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos cortejos de automóveis (corsos) se tornaram mais populares no começo do século XX. As pessoas decoravam seus carros, se fantasiavam e em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades, dando origem assim, aos carros alegóricos.
No século XX o carnaval se tornou mais popular e teve um crescimento considerável neste período surgindo as famosas marchinhas carnavalescas (músicas que faziam o carnaval mais animado). A primeira escola de samba foi criada no dia 12 de agosto de 1928, no Rio de Janeiro e chamava-se “Deixa Falar”.
Anos depois, a escola mudou seu nome para Estácio de Sá. A partir daí, o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. No Rio de Janeiro e São Paulo, começaram a surgir novas escolas de samba. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, iniciam os primeiros campeonatos para constatar qual escola de samba era a mais bela e animada.
Na região Nordeste, algumas cidades como Recife e Olinda permaneceram com as tradições originais do carnaval de rua. As pessoas saem às ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu. Na Bahia, o carnaval de rua conta com a participação dos trios elétricos, embalados por músicas como o axé.
No entanto, há bailes e blocos de Carnaval que levam nomes tais como: "Filhas d’Oxum", "Filhas de Olorum" (Orixás), "Baile do Diabo", "Noite do Diabo", "Festa do Diabo" o que leva a pensar que o Carnaval é patrocinado pelo Diabo e por seus demônios. Isso explica tantas dores, roubos, violências e muitas mortes.
ÁLCOOL: Um ponto a ser destacado, é que nesse período, há um abuso do álcool aumentando os riscos à saúde em decorrência do excesso no consumo de álcool. No Carnaval, são altos os índices de acidentes e violências agravados pela ingestão de bebidas alcoólicas, inclusive pelas características socioculturais desse feriado para os brasileiros.
O álcool é o principal responsável pelas inúmeras mortes no Carnaval. Na maioria dos países, o álcool tem um impacto ainda maior em termos de mortes, ferimentos e custos econômicos se comparado com as drogas ilícitas.
PROSTITUIÇÃO: Nesse período, é constante a propagação de camisinhas incentivando o sexo promíscuo. Postos de saúde distribuem camisinhas de forma gratuita. A alegação é de “fazer sexo de forma segura” e com isso, impedir doenças sexualmente transmissíveis e uma gravidez indesejada (o que de fato, não acontece). A prostituição que cresce de forma assustadora em cada estado, no carnaval atinge o ápice da imoralidade e da falta de pudor.
É comum ligar a TV e ver mulheres nuas com o corpo pintado ou seminuas desfilando em carros alegóricos. Artistas globais mostram suas curvas e tentam despertar a libido de quem assiste a todo aquele “espetáculo” de perversão sexual.
No Rio de Janeiro, conhecida por ser a cidade do carnaval (e também a cidade da violência), turistas de todos os estados do Brasil e do mundo, se envolvem nesse jogo de sedução e de sexo fácil. O turismo sexual tem motivado inúmeros de estrangeiros a se relacionarem com mulheres e até com meninas brasileiras em troca de dinheiro. Não é à toa que os estrangeiros associam o Brasil como o país da prostituição.
O Cristão e o carnaval
O cristão ao contrário do que se pensa, tem outra forma de “comemorar” o carnaval. Para fugir da folia que toma conta as ruas, Igrejas evangélicas realizam retiros espirituais. Nos retiros, é comum a presença de todas as faixas de idade juntas em um só objetivo: louvar e adorar o nome de Deus.
“A diferença principal do carnaval do cristão com o secular, já é a quem o tempo é dedicado. O nosso é um retiro espiritual, que tem seus momentos de lazer, mas é um momento principalmente de buscar a Deus e até pedir que Ele tenha misericórdia dos que estão se perdendo pelo mundo nessa época de tanta folia. O carnaval do mundo é completamente dedicado ao próprio umbigo. É o folião que quer ter prazer ao extremo, o empresário que quer vender muito... assim por diante...dizem que é cultura. Uma cultura sempre tem saldos negativos no final”, afirmou Kleidiane Nogueira, da Assembléia de Deus Pio XII.
Os retiros geralmente costumam ser realizados em sítios afastados da cidade e reúnem centenas de pessoas. Além de muito louvor, adoração, estudos e pregação da palavra de Deus, os cristãos também se divertem com brincadeiras, gincanas, além de ser uma ótima oportunidade de se conhecer gente nova e até mesmo, de encontrar um grande amor.
“O retiro é uma ótima opção para quem quer fugir da folia do Carnaval, desde que seja realmente espiritual. Em um retiro tem muita novidade, como por exemplo: testemunhos, estudos sobre as verdades bíblicas, conscientização dos perigos do mundo com palestras interessantes e atrativas”, disse a adventista Marinalva de Macêdo, que já participa de retiros espirituais desde criança.
Francisco das Chagas Silva, da Igreja Cristã Evangélica organiza retiros espirituais há 22 anos. Ele esclareceu que para um retiro realmente abençoado, há alguns desafios. “Primeiramente temos que ter um local bastante agradável. Hoje as pessoas não querem mais sair de suas casas para ficarem em situações precárias. Aquela idéia de acampamento com barracas, redes debaixo de árvores ou varandas estão realmente saturadas. As pessoas hoje preferem acomodações mais modernas como hotéis e sítios. Depois temos q observar a questão de taxas, pois a alimentação também é outro fator que interessa muito aos jovens e somos bastante cobrados por isso. Mas entendo que a principal preocupação de todos deveria ser prioritariamente, a observação da palavra de Deus e os ensinamentos que possam estar sendo mostrados como algo que nós realmente devemos priorizar”, enfatizou.
Para Francisco das Chagas Silva, o retiro é um instrumento eficaz de afastar os jovens de festas mundanas, mas segundo ele, há alguns pontos a serem observados. “Tudo depende do espírito de cada um. Se você vai ao retiro com a finalidade de adorar a Deus, é ótimo e ele será abençoado, mas se o jovem vai para o retiro com o pensamento ligado nas coisas externas e mundanas, ele certamente não será abençoado”.

Em busca da essência do Natal





Afinal, qual o verdadeiro sentido do Natal?




Por Ismênia Noleto

Em uma sufocante peregrinação, uma multidão toma o calçadão da Simplício Mendes. Populares aproveitam as novidades repletas de promoções e facilidades para antecipar as compras de Natal e Ano Novo. Em cada loja, em cada vitrine, tudo parece exalar o cheiro agradável do Natal. Nessa época, os consumidores fazem crediários, “estouram” cartões de crédito e compram além do que podem pagar, no entanto, para muitos, a idéia do Natal está interligada a presentes, roupas e sapatos novos. Enfim, para o capitalismo neoliberal, a data é fundamental para alavancar a produção e o consumo, nessa ordem.
Célia Teles, que pechinchava um relógio junto a um ambulante, no centro de Teresina, acredita que o crescimento das compras nem se dá tanto pelo Natal. “Nessa época, acho que tem a ver com o décimo terceiro, com as férias”, afirma a estudante. Mas não é só isso.
O Natal, data comemorativa do nascimento de Jesus Cristo, tem 17 séculos e foi instituído pelo Papa Libério, em 354 d.C, em substituição às festas pagãs que celebravam o solstício de inverno. “O capitalismo tem por volta de 250 anos de vida. Podemos falar em consumismo apenas a partir do século XX, quando a produção industrial começa a ser uma produção em massa para gerar consumo em massa”, explicou o sociólogo Eurípedes Dourado, referindo- se ao fordismo.
O sociólogo destacou que, ao final do século XVIII, as lojas de departamento na Europa (embriões dos atuais shopping centers) perceberam que o consumo deveria ser aliado ao prazer, e não apenas à satisfação das necessidades e afirmou ainda que é daí que surge a publicidade. Ele destacou o papel central das campanhas publicitárias atualmente, principalmente em datas comemorativas.
De acordo com Eurípedes Dourado, vivemos dentro da lógica do “compro, logo existo”. “A figura emblemática do Papai Noel é, no entanto, o símbolo dessa associação entre Natal e consumo. O Papai Noel tem se tornado o maior representante do Natal, sendo mais conhecido no mundo que o próprio Jesus Cristo. Ele é a figura do presenteador, o ícone do consumo no mundo todo, deixando muito para trás qualquer natureza cristã que o Natal possa ter.
O consumismo de Natal faz com que muitos comprem o que não podem pagar, ou que, no mínimo, vão levar quase até o outro Natal para terminar de pagar. Os comerciantes são os que saem ganhando todo fim de ano. Alguns produtos chegam a crescer até 80% em número de vendas nesse período.
SIGNIFICADO DO NATAL:
O Natal surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo atualmente uma das festas mais importantes. A princípio, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, uma vez que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento.
Uma das questões para a escolha do dia 25 de Dezembro como sendo o dia de Natal prende-se com o fato de esta data coincidir com a Saturnália dos romanos e com as festas germânicas e célticas do Solstício de Inverno, sendo todas estas festividades pagãs. A Igreja viu no Brasil, uma oportunidade de cristianizar a data, colocando em segundo plano a sua conotação pagã. Algumas zonas optaram por festejar o acontecimento em seis de Janeiro, contudo, aos poucos, esta data foi sendo associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo.
Sendo assim, o Natal é dedicado pelos cristãos a Cristo e transformou-se numa das festividades primordiais da Igreja. Apesar de ser uma festa cristã, o Natal, com o passar do tempo, converteu-se numa festa familiar com tradições pagãs, em parte germânicas e em parte romanas.
Sob influência franciscana, espalhou-se, a partir de 1233, o costume de, em toda a cristandade, se construírem presépios, uma vez que estes reconstituíam a cena do nascimento de Jesus. A árvore de Natal surge no século XVI, sendo enfeitada com luzes, símbolo de Cristo, Luz do Mundo. Outra tradição de Natal é a troca de presentes, que é geralmente festejado entre familiares e amigos, como símbolo de amor, amizade e confraternização. Segundo o teólogo romano Tertuliano, a prática de trocar presente fazia parte da Saturnália
Outra tradição nesse período é a árvore de Natal que tem suas origens no paganismo. De acordo com uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto. O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmeira, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália. O deus escandinavo Odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado.
“Não podemos esquecer que o verdadeiro significado de Natal prende-se com o nascimento de Cristo, que veio ao Mundo com um único propósito: o de justificar os nossos pecados através da sua própria morte. Deus enviou Jesus Cristo que, como um cordeiro sem pecados, veio ao mundo para limpar os pecados de toda a Humanidade através da Sua morte, para que um dia possamos alcançar a vida eterna, por intermédio Dele, Cristo, Filho de Deus”, afirmou o pastor Igreja Cristã Evangélica do Parque Sul, Adaías Almeida Silva.